Compositor / F.N.Q Francisco N. De Queiroz
1 Oh! Jesus ressuscitado,
Grande é o Teu poder!
Sê comigo, ó meu amado,
Dá-me a graça e o saber.
P’ra fazer a Tua vontade,
Quero de Ti mais poder;
Dá-me a Tua santidade,
Quero só p’ra Ti viver.
2 Meu Senhor, Tu és meu guia,
Dá-me força, vida e luz;
Plena paz e alegria,
Me concede,ó meu Jesus!
3 Es a luz tão radiosa,
Que me traz consolação;
Com Tua morte dolorosa,
Tu me deste a salvação.
4 Quero, ó Deus, agradecer-Te
O Teu grande, imenso amor,
Porque já me concedeste
O real Consolador.
Oração
Meu Pai amado, eu me coloco diante de Ti com o coração humilde e agradecido. Reconheço o Teu poder, que se manifestou na vitória sobre a morte e que hoje age na minha vida. Sê comigo em cada passo, concede-me graça e sabedoria para fazer somente a Tua vontade. Livra-me de viver para mim mesmo e ensina-me a viver para Ti, com um coração santo e obediente.
Tu és o meu guia fiel; quando me sinto fraco, dá-me força, quando me sinto vazio, renova minha vida, e quando tudo parece escuro, sê a minha luz. Enche-me com a Tua paz e com a alegria que não depende das circunstâncias. Que o Teu amor console minha alma e cure minhas feridas.
Agradeço-Te pela salvação que recebi e pelo Consolador que habita em mim, fortalecendo minha fé todos os dias. Guarda-me em Ti, sustenta-me com Teu amor e conduz-me até o fim. Amém.
Essa belíssima canção fala de uma confissão clara da fé no Jesus Cristo ressuscitado, exaltando o Seu grande poder. Ao declarar “Oh! Jesus ressuscitado, grande é o Teu poder”, o cântico reconhece que a ressurreição é a base da vitória cristã, pois Cristo venceu a morte e reina com autoridade. Esse reconhecimento leva o adorador a pedir algo essencial: a presença contínua do Senhor, acompanhada de graça e sabedoria, para viver de modo agradável a Deus.
Na sequência, o hino expressa um desejo profundo de submissão e consagração. O pedido por “mais poder” não é egoísta, mas espiritual: trata-se da capacitação divina para fazer a vontade de Deus. A busca pela santidade revela um coração que anseia viver exclusivamente para o Senhor, refletindo o chamado bíblico para uma vida separada do pecado e dedicada ao serviço divino (Rm 12:1).
No segundo verso, Jesus é apresentado como guia seguro da caminhada cristã. Ele é a fonte de força, vida e luz, elementos indispensáveis para enfrentar as lutas diárias. A paz e a alegria mencionadas não dependem das circunstâncias, mas da comunhão com Cristo, conforme João 14:27, onde o Senhor promete uma paz que o mundo não pode dar.
O terceiro verso destaca a obra redentora de Cristo. Ele é a “luz radiosa” que consola o coração aflito e, por meio de Sua morte dolorosa, concede salvação. Aqui, o hino une cruz e luz, sofrimento e redenção, mostrando que da dor da cruz brotou a esperança eterna (Is 53:5).
Por fim, o hino se encerra em gratidão. O adorador agradece pelo grande amor de Deus e pela dádiva do Consolador, o Espírito Santo, que habita no crente, fortalece a fé e garante a presença constante de Deus na vida diária (Jo 14:16–17). O cântico, assim, é uma expressão completa de fé, dependência, salvação e gratidão.

